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Capacitação

15/05/2019 19:40

Técnicos de comunidades terapêuticas são capacitados para acolhimento da população LGBTQI+

Com o tema 'Acolhimento Transitório de Pessoas LGBTQI+ que tem problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas', a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), por meio da Superintendência de Políticas sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (Suprad), realizou uma capacitação das equipes técnicas das comunidades terapêuticas nesta quarta-feira (15). 

De acordo com a diretora de Prevenção de Riscos e Danos da SJDHDS, Emanuelle Santos, a Suprad promove mensalmente encontro com as 12 comunidades terapêuticas parceiras e também com outros serviços da rede Sistema Único de Saúde (SUS), Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e Sistema de Justiça, com o objetivo de qualificar o atendimento das equipes técnicas junto aos usuários de substâncias psicoativas.

"As comunidades terapêuticas são organizações da sociedade civil caracterizadas pelo espaço de acolhimento a pessoas que tem problemas com o uso de drogas. Além do apoio financeiro, prestamos apoio institucional e técnico. Neste mês, especificamente, o foco dos debates está sendo o acolhimento às pessoas que têm a orientação sexual LGBTQI+ e a garantia dos direitos dos assistidos", explicou Emanuelle.

Foto: Michelle Brito/SJDHDS
(Foto: Michelle Brito/SJDHDS)

Durante a capacitação, foi destacada a importância dos profissionais que trabalham com esse público desenvolverem um olhar mais crítico e reflexivo sobre a sociedade, percebendo de que forma esse usuário vai demandar acolhimento e quais são as formas de garantir que seus direitos sejam respeitados, percebendo todas as formas de exploração e opressão que o LGBTQI+ sofre.

"É necessário pensar na população LGBTQI+ como um sujeito de direitos, respeitando o processo do uso de substâncias psicoativas, na perspectiva na redução de danos. O profissional que faz o acolhimento precisa ter essa expertise. O que a gente não pode, de jeito nenhum, é colocar regras nos diretos", destacou a assistente social do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (CPDD/SJDHDS), Deise Souza.

No segundo momento da capacitação, a educadora social e redutora de danos do CPDD, Thiffany Odara, fez uma explanação sobre a importância de quebrar tabu, desmistificar preconceitos e poder, de fato, lutar por equidade social, garantia de direitos e um atendimento mais humanizado para a população LGBTQI+.

Fonte: Ascom/SJDHDS

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